Torcedora do Vasco conta sobre paixão herdada pelo avô

Sabe quando você já nasce tendo uma paixão por um clube, que passa de geração pra geração? Pois é, foi assim que aconteceu com a torcedora Estefani Celestino, de 17 anos, moradora do Rio de Janeiro. Mas tem um porém, ela poderia ter escolhido torcer para o seu maior rival, já que o seu pai é flamenguista. Mas não foi isso que aconteceu e ela contou tudo para o VASCALINDAS.

“Minha paixão pelo Vasco começou pelo meu avô, que foi jogador de futebol do mesmo. Então, a minha família toda é vascaína. Meu avô sempre foi apaixonado pelo Vasco. E foi assim que se iniciou a tradição para as próximas gerações, que dura até hoje por todos os meus tios e primos, inclusive a minha mãe. Todo mundo se viu apaixonado pelo Clube.” 

Sobre poder escolher torcer entre o cruzmaltino e o seu maior rival, ela diz que sempre esteve em contato com o cruzmaltino, já que a sua prima era jogadora de vôlei do mesmo. “Já comigo, eu tive a opção de escolher entre o Vasco e o seu maior rival, o Flamengo. Já que minha mãe é vascaína e meu pai é flamenguista. Só que eu escolhi torcer pro Vasco, porque eu assistia aos jogos pela televisão, torcia, me esgoelava, ia nos estádios, principalmente São Januário, e a minha prima era jogadora de Vôlei do Vasco, então eu sempre estive em contato com o Clube e o estádio.”

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E a primeira vez no estádio, nenhum torcedor esquece né? Ainda mais quando é na casa do seu time. Você se arrepia, chora, grita, canta, apoia e com a Estefani não foi diferente. “Me lembro do meu primeiro jogo e fiquei super encantada e acabei chorando demais. São Januário se tornou a minha segunda casa, até nos jogos da escolinha, sub 17 e sub 20 eu estou presente.”

Que todo torcedor ama o seu clube, a gente sabe. Mas e aquela raivinha que sentimos as vezes? Essa quase ninguém admite. Mas o amor por um clube, é igual a casamento. Uma hora tudo está maravilhoso daqui a pouco tudo está virado de ponta cabeça. Mas pensar em desistir dessa paixão? Jamais né, Estefani? “Minha paixão pelo Vasco gera uma mistura enorme de emoções. Algumas vezes parece que terei um infarto, sensação do coração morrer. É amor e ódio, lado a lado. Mas de maneira alguma largaria meu primeiro amor. É algo inexplicável!”

Ah os jogos que ficam na nossa memória… Alguns ruins ficam? Ficam. Mas os que marcam mesmo, são aqueles que quase passamos mal de tanto torcer. E se você acha que a Estefani não teria um assim pra lembrar, está muito enganado. “Me lembro do jogo na Copa do Brasil, em 2011. Eu passei mal, quase desmaiei! Teve a conquista no Campeonato carioca, esse foi muito especial para mim. Chorei rios de lágrimas! Infelizmente só foram essas duas vezes que estive presente para ver o meu time ser campeão. Mas não me deixo abalar. Tem os jogos que ganhamos do Flamengo. A sensação é de ganhar campeonato fora de hora. Todos os jogos contra o rival marcam na minha história.”

Reparou que ela falou de dois jogos em que o Vasco foi campeão? Mas e os jogos contra o Flamengo, você reparou também? Pois é, lembra quando eu disse que ela poderia ter escolhido torcer entre o Vasco e o seu rival? Ótima escolha que ela fez, até porque a sensação realmente é essa. Agora vamos combinar, que essa sensação a gente tem sentido direto né?

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